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"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

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"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

Medidas para a paixão de Seguro? Um quadro comunitário e... depois logo se vê

Nuno Pires, no 365 forte: Seguro e a interioridade

 

«[...] Após o visionamento daquele excerto de um discurso de Seguro, senti-me na obrigação de revisitar as ideias apresentadas pelo ainda Secretário-Geral do PS. E descobri que é aí que reside a principal evidência da vacuidade de ideias suas sobre o interior. Na moção política sobre Grandes Opções de Governo entregue na apresentação da sua candidatura às eleições primárias, Seguro não menciona uma única vez o interior. Não tem uma única ideia sua para aquela que, recentemente, se parece ter tornado a sua única e verdadeira paixão no país.

 

Ainda assim, e apesar de não compactuar com atropelos à propriedade intelectual, percorri as 80 medidas de que Seguro se apropriou e lá acabei por encontrar uma menção ao interior: ao fim de 50 ideias, chegamos à tal em que é referida a criação do "Programa de Desenvolvimento do Interior" de que Seguro fala, com o qual, através de financiamento comunitário, se pretendem a "criação líquida de emprego", a "captação de investimento privado nos setores transacionáveis internacionais" e a "promoção da natalidade e fixação das populações".

 

Como é que, em concreto, isso se atinge? Bom, logo se verá. O que interessa é desejar que o emprego se crie, que o investimento privado apareça e que as pessoas tenham filhos. Como se chega lá, não se sabe, mas pelo caminho Seguro podia ter também desejado o fim da fome e a paz no mundo.

[...]»

 

 

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