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"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

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"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

Não há nada de mais necessário, no Portugal de hoje, do que pensar e agir de forma diferente

Augusto Santos Silva, no Jornal de Notícias: Uma questão de liderança

 

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A disponibilidade de António Costa foi saudada como uma lufada de ar fresco. Nas eleições europeias, à grande derrota dos partidos do Governo não havia correspondido uma grande vitória do maior partido da Oposição. Era, pois, evidente um défice de credibilidade na alternativa política existente, e o avanço de Costa representava, em si mesmo, uma resposta a esse défice.

 

Iniciado o processo das primárias socialistas, os dois candidatos depressa consolidam as suas linhas de argumentação. Para António Seguro, que se acha credível, o PS estava bem e o desafio de Costa é que provocou uma crise. Na raiz do desafio está a fronda das elites habituadas ao Terreiro do Paço contra a possibilidade de um candidato oriundo e sintonizado com o país profundo poder vir a chefiar o Governo. Para António Costa, o PS não está a afirmar a sua alternativa porque não consegue distinguir-se qualitativamente da Direita. Para fazê-lo, deve partir da economia para as finanças públicas, e não o contrário: só com políticas de crescimento económico e com a inversão da lógica de retrocesso em matéria social é que é possível conduzir as reformas necessárias ao equilíbrio orçamental. Portanto, Costa pretende mobilizar os portugueses em torno de uma agenda política de médio prazo, em vez de prometer apenas fazer a mesma coisa que o atual Governo com um bocadinho menos de brutalidade.

[...]»

 

 

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