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iluminando

"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

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"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

Seguro esqueceu o princípio democrático e o PS

 

Isabel Moreira, no Expresso: O erro de Seguro


«[...] Seguro é sempre oscilante consoante imagina o ganho político da direção do seu pêndulo. Por isso, imaginou que valeria a pena arriscar dar cabo do PS, prejudicando o país, mas ganhando tempo para controlar a certeza da concretização do sonho construído há tanto tempo e fazendo, como diz, "o caminho das pedras". É um facto que tem penalizado o PS este arrastar de tempo, esta incerteza, esta indefinição, a divisão entre camaradas, a campanha de ataques pessoais montada pelos apoiantes de Seguro. Calha que é facto também que o arrastar do tempo enferruja o pêndulo. Ele deixa de balancear sorrateiro e cai como a cortina de um teatro. Hoje é já claro que a estratégia de Seguro saiu-lhe cara. Os portugueses não elegem ninguém por pena. Os portugueses não gostam de vitimizações. Os portugueses estão desesperados por uma mudança e não toleram espetáculos de ataques pessoais, ainda por cima a um camarada. Os portugueses não entendem que um Secretário-Geral de um Partido ataque mais o seu Partido do que o Governo. Os portugueses sabem que alguém que diz que se "anulou" é um tacticista. Os portugueses querem experiência e provas dadas. Alguém que assuma a totalidade da instituição a que pertence, sem perder o espírito crítico, mas que a assuma. Os portugueses não querem ficar órfãos das decisões de um líder político, como aconteceu, lamentavelmente, na abstenção (violenta, dizia-se) no primeiro embuste da direita, o OE de 2012. [...]»

 

 

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