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"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

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"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

Mudar de caminho

Susana Amador, no Diário de Noticias: O regresso à política

 

«[...]

Se queremos mudar de caminho e se o Partido Socialista quer ser uma alternativa efetiva, tem de apresentar um diagnóstico e um conjunto de políticas e propostas diferenciadoras, credíveis e consistentes. Pequenas diferenças, no diagnóstico, nas políticas e nas propostas geraram pequenas diferenças nos resultados eleitorais, como se verificou nas eleições europeias, sendo que nas autárquicas, também faço questão de frisar, foi, acima de tudo a empatia local dos candidatos a fazer a diferença.

Só grandes mudanças podem dar origem a grandes e expressivos resultados, indispensáveis para soluções governativas robustas que permitam reformas justas e competentes.

[...]»

 

 

A experiência e a serenidade em democracia

Jorge Rocha, no Ventos Semeados: Responsabilidade, o gosto de agir e a tranquilidade perante os desafios eleitorais

 

«[...]
Mas, para além dessas duas qualidades, António Costa tem outra, que falta manifestamente a Seguro: a tranquilidade com que aguarda o veredito dos eleitores. Quando se tratou de enfrentar a CDU em Loures e quase vencê-la (ficou a 0,7%), não teve qualquer receio. Como não viu qualquer problema em sair do governo de Sócrates para derrotar a direita em Lisboa, quando ela parecia aí solidamente instalada desde que tinha derrotado João Soares (porque será que os crónicos derrotados surgem invariavelmente ao lado de Seguro?).

[...]»

 

 

O tempo em que Seguro fugia de qualquer debate

Nuno Oliveira, no 365 forte: "O amor de Seguro pelos debates é coisa nova"

 

«[...]

Mais, houve dois debates acordados para serem realizados com militantes em espaços nos dois principais distritos. A candidatura de Assis propôs que se permitisse a difusão dos debates na comunicação social. Na altura, Seguro não tinha ainda desenvolvido esta paixão pelo esclarecimento dos votantes através de debates no espaço mediático e não permitiu a sua transmissão.

 

Foram contabilizados pela candidatura de Assis 14 debates 14 propostos pela comunicação social. Todos eles foram aceites pela candidatura de Francisco Assis sendo que Seguro acabou por apenas viabilizar um deles.

 

Seguro pode ficar descansado que irão realizar-se os três debates previstos no regulamento eleitoral. Ninguém colocará os obstáculos que ele colocou em 2011.»

 

 

A relevância da contratação coletiva

Porfírio Silva, no Machina Speculatrix: "Se a contratação colectiva desaparece, a conflitualidade vai aumentar"

 

«[...]
II - O que dizem as 80 medidas apropriadas por Seguro sobre contratação colectiva
Último dos 6 itens da Medida 33: «Valorização da contratação coletiva, como quadro adequado para a promoção da melhoria da produtividade nos diferentes setores.»


III - O que diz a moção de António Costa sobre contratação colectiva
Na moção MOBILIZAR PORTUGAL, a negociação colectiva é entendida como parte do Programa de Recuperação da Economia, porque a recuperação económica não pode ser desligada de uma sociedade decente, onde os trabalhadores são respeitados como cidadãos.

É nesse quadro que se escreve:
"É fundamental relançar a negociação coletiva por contraponto à política sistemática de desvalorização e desgaste a que esta tem sido submetida. Em poucos anos, o número de trabalhadores cobertos por instrumentos coletivos de negociação coletiva diminuiu drasticamente. Será necessário atuar no curto prazo, em articulação com os parceiros sociais, para reverter a situação de rutura da contratação coletiva provocada por uma instabilidade da legislação laboral e por uma despromoção da negociação coletiva através de normas imperativas.
É preciso combinar a lógica de extensão da contratação coletiva através de portarias com uma efetiva promoção da expansão da negociação coletiva em articulação com os parceiros sociais, incentivando ativamente a implementação de estratégias negociais de ganhos para todas as partes.

[...]»

 

 

Uma enorme coerência

Valupi, no Aspirina B: Seguro, és enorme

 

«[...] Seguro não apenas se pauta, qual maestro ou virtuoso do seu destino, pela coerência, esse ideal supremo de todos os moralistas e da maior parte dos gramáticos. Isso seria poucochinho, curto, tão-só humano. Nele a coerência é enorme. Ora, nós sabemos que Seguro só promete o que sabe ser capaz de cumprir. Essa característica, por inerência ontológica, estende-se aos seus actos de fala. Se nos diz que algo em si é enorme, então o melhor é que nos apressemos a acreditar na enormidade em causa sob pena de achar que estamos a chamá-lo de mentiroso e depois ficar muito aborrecido. Acontece que as palavras têm uma história, e que essa história é fonte da sua semântica. No caso, o vocábulo “enorme” transmite na sua etimologia a ideia de negação da “norma”. “Enorme”, portanto, é tudo aquilo que viola a norma, a normatividade e a normalidade, tudo aquilo que será imprevisto, incomensurável ou irracional. Logo, o par “enorme coerência” é um oxímoro – e um dos mais hilariantes das últimas décadas por vir de quem vem.
[...]»

 

 

O soberano individual falseado

Porfírio Silva, no Machina Speculatrix: Eu... Eu... Eu...

 

«[...]
Seguro disse mais ou menos isto: Acordo? Isto não resulta de acordo nenhum. Negociação? Não, eu não negociei com ninguém. Eu ouvi várias pessoas, tive conversas sobre a vida do partido e tirei estas conclusões que aqui tenho. O documento é a expressão da minha convicção e do que eu considero melhor para o PS. Ah, sim, também o António Costa deu contributos, pois.
Esta “explicação” tinha, desde logo, um problema: era mentira. [...]»

 

 

Seguro evolui na sua opinião a uma velocidade estonteante

Rui Cerdeira Branco, no Adufe 5.0: Reforma eleitoral de Seguro: do disparate à imitação por antecedência

 

«[...] Ainda há dias defendia tonitroante do palanque que devíamos ter 180 círculos uninominais para 180 deputados querendo assim mostrar “coragem”. Ou terá sido antes uma prova de vida populista em pânico perante a oposição mais estruturada de António Costa? Afinal quem entre os descontentes recusa reduzir o número de deputados, “essa corja”? Basta ouvir o que decorre dos estudos de opinião de deteção dos eixos do populismo que engrossam fileiras Marinhistas. Seguro apareceu assim, lesto (depois de 3 anos de zigue-zague inicial e posterior silêncio prático sobre esta questão) ao propor uma redução de deputados de 230 para 180 e convivendo de forma aparentemente descontraída com a estupefação com que muitos (incluindo apoiantes seus) encararam o absurdo da proposta. Rapidamente muitos perceberam que seria impraticável e uma boa proposta para impedir que algum dia algo mudasse no sistema eleitoral de tão absurda a iniciativa…
Mas agora Seguro mudou de opinião, afinal, desta vez alguém se lhe antecipou sugerindo algo mais sensato e sublinhando que reduzir o número de deputados criando círculos uninominais onde só os votos no vencedor contarão e todos os restantes irão literalmente para o lixo fracamente contribuiria para que os eleitores se sentissem representados. [...]»

 

 

Ambição e estratégia

 

José Mendes, no Jornal de Notícias: Costa à vista

 

«[...]
Ao eleger Rui Rio como o seu adversário, Costa mostra ambição e estratégia. Por um lado, aponta para o objetivo maior, que são as legislativas, despromovendo as primárias do PS. Depois, enfraquece Pedro Passos Coelho, criando-lhe desde já uma alternativa que, não sendo viável para 2015, não deixará de ser um líder sombra.
[...]»

 

 

Apelar a instintos populistas

Sofia Loureiro dos Santos, no Defender o Quadrado: Do velho ciclo

 

«Também li a moção de António José Seguro. A minha opinião, por muito que me esforce, não é imparcial - é um texto cheio de lugares-comuns, páginas de palavras que não querem dizer rigorosamente nada. Apela aos piores instintos populistas com as palavras em bold - compromisso, luta contra a corrupção, código de ética, responsabilidade, solidariedade, modernidade, cumprir Portugal, etc.
[...]»

 

 

Uma moção bem estruturada

Sofia Loureiro dos Santos, no Defender o Quadrado: Da mobilização que urge

 

«António Costa tem uma moção bem estruturada e com ideias fortes, não concretizadas quase nunca, embora indique alguns caminhos chave. Não cede ao populismo e tenta uma postura mais distanciada, de alguém que está interessado em resolver alguns problemas. Assume que o melhor é conseguir uma maioria absoluta, assume que terá que haver compromissos à esquerda, assume que é preciso lutar por uma política europeia que não penalize países como Portugal, assume que é necessário inverter o rumo político apostando nos direitos dos cidadãos, na regulação financeira e no mercado de trabalho, no investimento e modernização do Estado. Goste-se ou não, tem algumas ideias de combate.
[...]»

 

 

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