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"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

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"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

Uma narrativa colada com cuspo

Miguel Abrantes, no Câmara Corporativa: Pôr Seguro a dizer o que lhe vai no bestunto

 

«[...]
António Costa deu ontem uma entrevista ao Diário Económico. Hoje foi a vez de António José Seguro. Quem ler ambas as entrevistas não pode continuar a sustentar não haver diferenças entre Costa e Seguro. Não é apenas a capacidade de liderança que os distingue. Um tem lastro, o outro não. Um fez um diagnóstico da crise ancorado numa análise séria da realidade, o outro deambula ao sabor das conveniências da direita. Um tem um conjunto articulado de propostas, o outro traz umas ideias desirmanadas pescadas aqui e acolá. Diria que é quase ofensivo compará-los.»

 

 

Não é assim que vamos oferecer um contributo para a salubridade na política

Rui Cerdeira Branco, no Adufe 5.0: Separar a política dos negócios: com suspeição todos temos telhados de vidro

 

«2013: Candidato do PS à câmara de Cascais: João Cordeiro (histórico presidente da Associação Nacional de Farmácias e um dos mais visíveis e ativos dirigentes corporativos dos últimos 30 anos que, segundo a imprensa, foi imposto pela direção do partido, liderada por António José Seguro, como candidato autárquico às estruturas locais do PS).
2014: “É preciso afastar a política dos negócios” citando António José Seguro.
Há aqui qualquer coisa que não bate bem, em particular face à postura “pura” e acusatória que se tem visto.
[...]»

 

 

Em busca da reforma perdida, parte II

 

 

 

 

Nuno Oliveira, no 365 forte: Os anúncios destas propostas são instrumentais na "nova forma de fazer política", é isso?

 

«[...]
Alguém sabe onde pára a proposta de reforma da lei eleitoral prometida em 2012? É que, no contexto da "nova forma de fazer política" e lembrando que Seguro "só promete o que pode cumprir", ficamos sem saber se nos escapou alguma coisa ou se, de facto, estes anúncios são instrumentais... na "nova forma de fazer política."
[...]»

 

 

Em busca da reforma perdida, parte I

David Crisóstomo, no 365 forte: É importante "a exigência na prestação de contas", ouvi alguém dizer

 

«[...]
Com a divulgação do resultado das eleições europeias e do avanço de António Costa para a liderança do Partido Socialista, António José Seguro fez do seu cavalo de batalha a reforma da lei eleitoral, nomeadamente com as propostas de rever a lei das incompatibilidades dos deputados à Assembleia da República e de tratar da redução dos mesmos. Contudo, em Outubro de 2012, o mesmo António José Seguro prometeu que o PS apresentaria "até ao final do ano" uma "proposta de alteração da lei eleitoral para a Assembleia da República", que teria como objectivos o de alcançar uma “maior proximidade entre eleitos e eleitores e uma menor dependência dos eleitos face às direcções partidárias” e de “introduzir maior transparência na vida pública e aumentar a exigência na prestação de contas”. E essa proposta tinha claramente como ideal a redução dos representantes eleitos no parlamento português.
[...]»

 

O posicionamento estratégico e ideológico dos candidatos

 

André Freire, no Público: As primárias no PS, a reforma institucional e a ideologia

 

«[...]
Uma análise mais cuidada das duas moções, em matéria de combate às desigualdades e de políticas sociais, empreendida pela politóloga Rita Ferreira (PÚBLICO, 22-8-2014), veio contrariar as teses da maioria dos comentadores: «até agora, nesta área, não sendo divergente, António Costa foi bastante mais claro do que António José Seguro na afirmação de um dos principais princípios do socialismo democrático.» Com o presente artigo, eu gostaria de acrescentar duas dimensões fundamentais para caracterizar o posicionamento estratégico e ideológico dos dois candidatos. Por um lado, quer no caso dos partidos políticos quando se apresentam a eleições, quer no caso dos candidatos às lideranças partidárias, os competidores que se apresentam a sufrágio nunca são apenas julgados pelas suas propostas, são-no também pela sua atuação concreta anterior. Por outro lado, há o tema da reforma do sistema eleitoral que, embora não seja efetivamente um tema de conflito entre a esquerda e a direita, tem claras implicações para o posicionamento ideológico do PS, nomeadamente porque impende sobre a política de alianças. Também aqui há diferenças entre AC e AJS, que procurarei evidenciar.
[...]»

 

 

As políticas sociais nas moções de Seguro e de Costa

 

Ana Rita Ferreira, no Público: Seguro e Costa: diferenças ideológicas?

 

«[...]

Um dos vectores que sempre permitiu distinguir a esquerda e a direita tem que ver com as políticas sociais, uma vez que estas podem ser promotoras de mais ou menos igualdade entre os cidadãos. Nas últimas décadas, os partidos de centro-esquerda ocidentais têm oscilado entre políticas que procuram apenas um alívio da pobreza e da exclusão social, numa lógica mais caritativa, posicionando-se, por isso, mais ao centro, e outras que, além da diminuição da pobreza, visam uma redução efectiva das desigualdades socioeconómicas, mantendo-se mais fiéis à tradição do socialismo democrático e posicionando-se mais à esquerda.
Ora, quando analisamos os documentos estratégicos de Seguro e de Costa no que toca a estas áreas, o que primeiro nos salta à vista é o facto de Seguro, na sua moção, não dedicar nenhuma linha ao tema das políticas sociais. Neste documento, Seguro afirma a sua recusa em formar um governo minoritário, propõe um referendo aos militantes sobre o parceiro preferencial de coligação, insiste na necessidade de alterar a lei eleitoral, de separar a política dos negócios, de respeitar a Constituição. Por muito importantes que estes temas sejam, não podemos dizer que se identifiquem exclusivamente com o socialismo democrático: são objectivos que podem ser defendidos por outras famílias políticas (ou contrariados por políticos de quaisquer famílias políticas). Mas a verdade é que Seguro preferiu relevar estes temas na sua moção e não outros, nomeadamente relacionados com o Estado social.
[...]» 

 

 

 

A transparência e a credibilidade não se proclamam

 

Capoulas Santos, no Público: Outra leitura sobre a credibilidade e a transparência do PS

 

«[...]

A ter sido notícia, o triste episódio de Braga, deveria tê-lo sido apenas através de um simples e objectivo comunicado de imprensa da direcção do PS, a anunciar que, após rápida averiguação dos factos, tinha sido identificado quem efectuou os pagamentos, por que motivos o fez, qual o seu montante e origem, assim como a confirmação ou desmentido de que tal montante havia sido efectivamente depositado na conta do PS. E, caso se confirmasse a suspeição de algum ilícito, o anúncio de que tinham sido accionados os procedimentos disciplinares e judicias aplicáveis.
É assim, e só assim, que um partido transparente funciona.
E é assim, e só assim, que um partido se credibiliza perante uma sociedade cada vez mais desconfiada sobre o funcionamento e o financiamento dos partidos.
Lamento por isso profundamente, e não posso, por isso, deixar de reagir, que o artigo de Miguel Laranjeiro, pretenda justificar como actos aparentemente normais, e sem necessidade de esclarecimento e eventual punição, acontecimentos graves que destroem a imagem do PS e que, a permanecerem ocultos, transformam o PS perante a opinião pública num partido opaco e com uma credibilidade cuja recuperação será ainda mais difícil no futuro.

[...]»

 

 

A eleição de uma direcção partidária não é um cheque em branco

Júlio, no Aspirina B: Seguro contra “assaltos ao poder”

 

«Em entrevista ao Económico, Seguro rotula hoje de “assalto ao poder” o desafio de António Costa à liderança do PS. É assim que ele encara a expressão lógica do descontentamento e da legítima contestação que há muito grassa no seio do partido e entre o potencial eleitorado socialista – um “assalto ao poder”. Ou seja, qualquer coisa de ilegítimo ou violento, a pedir castigo exemplar.

Nunca uma direcção socialista, incluída a de Constâncio, foi tão contestada por sectores das bases, nem o partido esteve tão dividido e desmoralizado como está hoje sob o comando de Seguro. Até Jorge Sampaio, secretário-geral em 1989-1992, manteve o partido coeso, apesar de ter sido cilindrado nas eleições de 1991. E ainda conseguiu uma segunda vitória na câmara de Lisboa (1993) e duas vitórias em presidenciais (1996 e 2001).

[...]»

 

Iluminar Seguro

Este é um espaço que as cortes de Portugal reservam para lançar alguma luz sobre o percurso e obra de António José Seguro.

Seja bem-vindo quem vier por bem.

 

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